Ensinavam-nos coisas inúteis como as regras da
sintaxe e da ortografia, coisas traumáticas como
sujeitos, predicados e complementos directos,
coisas imbecis como verbos e tabuadas.
Tinham a infeliz ideia de nos ensinar a pensar e a
surpreendente mania de acreditar que isso era bom.
Não batíamos na professora, levávamos-lhe flores."



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